Ê Ê
Saúde
Vocês que são testemunha
E ao mesmo tempo cumplice
Vocês que ensinam ereto
Ao mesmo tempo curvam-se
Pensar é tão presente
Represente nuvens
Estamos mar adentro aonde tudo turva-se
Você que tá com medo dessa onda enorme
Atravessei quando era só uma marolinha
Disseram que era foda, eu não morri de fome
Também não tenho o dom de trabalhar pra firma
Por isso eu estou lá com esse papo retíssimo
Tô sem "papas na língua", a rua gosta é disso
Não vão me derrubar, podem mandar outro míssil
Estou em erupção com a inspiração do início
O sol saiu pra quem tem crédito, não pra tu
Deitado aí eternamente em berço esplendido
O simples é idêntico ao complexo
Ah se eles soubessem da capacidade
Que eles têm no cérebro
Ê Ê
Saúde
Me ajuda pai, me ajuda
Traz chuva pr'eu lembrar que eu tô vivo
Me ajuda pai, me ajuda
Traz chuva pr'eu lembrar que eu tô vivo
Vai pra fora agora e olha pro maldito céu
Que você tanto ora
Fala pra esse deus pra quem tu sempre chora
Que não quer morrer mas só que a vida te apavora
Feche os olhos e diga-me você aonde o caos mora?
Por aqui a grana gira, todo sangue que circula
Com a sujeira que rodeira, todo cérebro que esfria
Enquanto o coração bombeia, toda pele que arrepia
Com a perna bambeia quando a lua dela ovula
Se a gente se jutasse seria tão forte quanto megazord
É óbvio que não é os Power Ranger
Desde que o quadrupide transformou em megalópole
Aves como eu planejam ter um voo leve
Ainda não descobri aonde estacionei a nave
Quero voltar pra casa, minha mulher pra fazer love
Quero tirar minha cara dos cartazes das paredes
Ligar pra todos inimigos e tentar fazer a pazes
Ê Ê
Saúde
Vocês que são testemunha
E ao mesmo tempo cumplice
Vocês que ensinam ereto
Ao mesmo tempo curvam-se
Pensar é tão presente
Represente nuvens
Estamos mar adentro aonde tudo turva-se
Você que tá com medo dessa onda enorme
Atravessei quando era só uma marolinha
Disseram que era foda, eu não morri de fome
Também não tenho o dom de trabalhar pra firma
Por isso eu estou lá com esse papo retíssimo
Tô sem "papas na língua", a rua gosta é disso
Não vão me derrubar, podem mandar outro míssil
Estou em erupção com a inspiração do início
O sol saiu pra quem tem crédito, não pra tu
Deitado aí eternamente em berço esplendido
O simples é idêntico ao complexo
Ah se eles soubessem da capacidade
Que eles têm no cérebro
Ê Ê
Saúde
Me ajuda pai, me ajuda
Traz chuva pr'eu lembrar que eu tô vivo
Me ajuda pai, me ajuda
Traz chuva pr'eu lembrar que eu tô vivo
Vai pra fora agora e olha pro maldito céu
Que você tanto ora
Fala pra esse deus pra quem tu sempre chora
Que não quer morrer mas só que a vida te apavora
Feche os olhos e diga-me você aonde o caos mora?
Por aqui a grana gira, todo sangue que circula
Com a sujeira que rodeira, todo cérebro que esfria
Enquanto o coração bombeia, toda pele que arrepia
Com a perna bambeia quando a lua dela ovula
Se a gente se jutasse seria tão forte quanto megazord
É óbvio que não é os Power Ranger
Desde que o quadrupide transformou em megalópole
Aves como eu planejam ter um voo leve
Ainda não descobri aonde estacionei a nave
Quero voltar pra casa, minha mulher pra fazer love
Quero tirar minha cara dos cartazes das paredes
Ligar pra todos inimigos e tentar fazer a pazes
Ê Ê
Saúde
Vocês que são testemunha
E ao mesmo tempo cumplice
Vocês que ensinam ereto
Ao mesmo tempo curvam-se
Pensar é tão presente
Represente nuvens
Estamos mar adentro aonde tudo turva-se
Você que tá com medo dessa onda enorme
Atravessei quando era só uma marolinha
Disseram que era foda, eu não morri de fome
Também não tenho o dom de trabalhar pra firma
Por isso eu estou lá com esse papo retíssimo
Tô sem "papas na língua", a rua gosta é disso
Não vão me derrubar, podem mandar outro míssil
Estou em erupção com a inspiração do início
O sol saiu pra quem tem crédito, não pra tu
Deitado aí eternamente em berço esplendido
O simples é idêntico ao complexo
Ah se eles soubessem da capacidade
Que eles têm no cérebro
Ê Ê
Saúde
Me ajuda pai, me ajuda
Traz chuva pr'eu lembrar que eu tô vivo
Me ajuda pai, me ajuda
Traz chuva pr'eu lembrar que eu tô vivo
Vai pra fora agora e olha pro maldito céu
Que você tanto ora
Fala pra esse deus pra quem tu sempre chora
Que não quer morrer mas só que a vida te apavora
Feche os olhos e diga-me você aonde o caos mora?
Por aqui a grana gira, todo sangue que circula
Com a sujeira que rodeira, todo cérebro que esfria
Enquanto o coração bombeia, toda pele que arrepia
Com a perna bambeia quando a lua dela ovula
Se a gente se jutasse seria tão forte quanto megazord
É óbvio que não é os Power Ranger
Desde que o quadrupide transformou em megalópole
Aves como eu planejam ter um voo leve
Ainda não descobri aonde estacionei a nave
Quero voltar pra casa, minha mulher pra fazer love
Quero tirar minha cara dos cartazes das paredes
Ligar pra todos inimigos e tentar fazer a pazes
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